| Another fantastic book (the ninth) of the Discworld saga. This time Rincewind, the most incompetent wizard in the universe is summoned and mistaken as a demon by Eric, a teenager demonology hacker. Eric "just" want to be granted three wishes: to be immortal, to rule the world and have the most beautiful woman in the world... The usual stuff. Travel with Rincewind, Eric, and many more, in time and history in this hilarious story. One of Terry's best! |
Unisex Books
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Terry Pratchett: Eric
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Manuel de Azeredo e Maria Augusta Azeredo: As Pontes do Porto: História de uma Paixão
Um livro bastante interessante sobre as pontes da nossa cidade. Este livro desmistifica muito sobre as pontes da cidade do Porto e está cheio de factos interessantes. No entanto, embora ainda não tenha terminado, confesso, sobre este assunto, preferência pelo "As Pontes do Porto" de Paulo Cruz e José Cordeiro, embora este último seja ligeiramente menos técnico.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Albert Camus: L'étranger
O escritor é o Albert Camus. É óbvio, mas dada a importância deste facto, não deve ser assumido com ligeireza. Albert Camus, Prémio Nóbel da Literatura em 1957. A escrita é fantástica. Com um ritmo único. A história é contada pela personagem principal, Meursault, começando com a morte de sua mãe que se encontrava em asilo. Meursault reage com um pragmatismo e sem emoção a este acontecimento fúnebre. Se fosse só a este facto que reagisse com alienação talvez não tivessemos história...
O romance, o perigo e a amizade entram na vida de uma forma tangencial. E enquanto luta, ou lutam por ele, num processo judicial, tentamos perceber o que estão a julgar: o crime de que é acusado ou o seu passado...
Este é um grande livro, que caso não leia, respondo-lhe com respondeu Mersault ao seu patrão ao comunicar-lhe a sua ausência para atender ao funeral da sua mãe:
PS: Podem descarregar - legalmente - o livro (en français) em: http://classiques.uqac.ca/classiques/camus_albert/etranger/etranger.html
O romance, o perigo e a amizade entram na vida de uma forma tangencial. E enquanto luta, ou lutam por ele, num processo judicial, tentamos perceber o que estão a julgar: o crime de que é acusado ou o seu passado...
Este é um grande livro, que caso não leia, respondo-lhe com respondeu Mersault ao seu patrão ao comunicar-lhe a sua ausência para atender ao funeral da sua mãe:
"Ce n'est pas de ma faute."Finalizo deixando dois extractos do livro ;-)
Comment n'avais-je pas vu que rien n'était plus important qu'une exécution capitale et que, en somme, c'était la seule chose vraiment intéressante pour un homme! Si jamais je sortais de cette prison, j'irais voir toutes les exécutions capitales.
Il voulait encore me parler de Dieu, mais je me suis avancé vers lui et j'ai tenté de lui expliquer une dernière fois qu'il me restait peu de temps. Je ne voulais pas le perdre avec Dieu.
PS: Podem descarregar - legalmente - o livro (en français) em: http://classiques.uqac.ca/classiques/camus_albert/etranger/etranger.html
domingo, 15 de agosto de 2010
João Tordo: As três vidas
Depois de um anúncio intrigante, um jovem, com a sua família a seu cargo, resolve concorrer a um emprego disponibilizado pela agência MP. O mentor, António Augusto Millhouse Pascal é uma personagem misteriosa com um negócio que ninguém sabe em que consiste. Nem a polícia; embora tentem tudo para perceber, para assim saber do que lhe poderão acusar.
Depois de obter o emprego, a sua função é simples, embora cheia de sigilo: organizar informação sobre os clientes - pessoas extremamente influentes embora extremamente instáveis - e a agenda dos serviços da agência. Que serviços são prestados, é a grande questão que todos se colocam... À medida que as pistas dão contornos macabros à história apercebemo-nos que nem tudo é preto e branco. Há várias tonalidades... O cinzento de Artur e do Bentley de MP, a luz de Camila enquanto se (des)equilibra na sua admiração pelo funambulismo no fabuloso e colorido jardim da quinta do Tempo e o negro de algumas mortes que vão surgindo.
Porque se mantém em serviço a personagem principal? Porque não foge quando avisado do mal que lhe pode acontecer? Porque arrisca perder a sua família? Curiosidade?... A necessidade de perceber o que se passa?... Ou a ligação que começa a surgir com a neta de Millhouse? Talvez um pouco de tudo...
Um bom livro, vencedor do prémio "José Saramago" em 2009 que, para mim, tem como ponto principal a grande dificuldade que temos - o verdadeiro malabarismo das nossas vidas - em lidar com o passado.
Depois de obter o emprego, a sua função é simples, embora cheia de sigilo: organizar informação sobre os clientes - pessoas extremamente influentes embora extremamente instáveis - e a agenda dos serviços da agência. Que serviços são prestados, é a grande questão que todos se colocam... À medida que as pistas dão contornos macabros à história apercebemo-nos que nem tudo é preto e branco. Há várias tonalidades... O cinzento de Artur e do Bentley de MP, a luz de Camila enquanto se (des)equilibra na sua admiração pelo funambulismo no fabuloso e colorido jardim da quinta do Tempo e o negro de algumas mortes que vão surgindo.
Porque se mantém em serviço a personagem principal? Porque não foge quando avisado do mal que lhe pode acontecer? Porque arrisca perder a sua família? Curiosidade?... A necessidade de perceber o que se passa?... Ou a ligação que começa a surgir com a neta de Millhouse? Talvez um pouco de tudo...
Um bom livro, vencedor do prémio "José Saramago" em 2009 que, para mim, tem como ponto principal a grande dificuldade que temos - o verdadeiro malabarismo das nossas vidas - em lidar com o passado.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Oscar Wilde: The picture of Dorian Gray
| Dorian Gray teve uma oferta fabulosa: a obra prima do razoável pintor Basil Hallward, um magnífico retrato seu. Porém, ao ver-se imortalizado na sua deslumbrante beleza, Dorian Gray deseja que este quadro sofra a queda da areia da ampulheta e não sobre si. Os desejos nos livros são muitas vezes realizados e os sonhos frequentemente se transformam em pesadelos, principalmente quando temos como amigos Henry Wotton, um excêntrico bon-vivant. Este clássico do final do século XIX, o único romance publicado por Oscar Wilde, é uma leitura indispensável cheia de (des)construções morais, suspense, originalidade e, claro, a pena majestosa do grande Wilde. Always watch good books ;-) |
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Oscar Wilde,
The picture of Dorian Gray
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